Tag Archives: Fernanda Mello

Le texte des autres: Amor – 4 séries de 8

17 Abr

Não adianta. Mudam-se as cores do inverno, os sorrisos, as páginas das revistas, as dez mais bonitas. Mudam-se as tecnologias, as manchetes, o preço do pão, o jeito como você corta o cabelo. Mudam-se os sonhos, o clima lá fora, o tom do batom, a decoração, o que você espera de si mesma. Tudo muda o tempo todo. Mas uma coisa não muda. Não sai de moda. Não fica velho, nem ultrapassado. Quer saber? Acho amar a coisa mais eterna que existe. Não há nada mais moderno. Mais transgressor. Mais ousado – e mais antigo – que isso. Num tempo onde as pessoas mal têm tempo, amar virou coisa de gente corajosa. Porque é preciso muito peito (e muito jogo de cintura) para seguir o que temos de mais criativo: o coração. É o amor que nos faz ver o mundo de um jeito mais belo. E é o amor (e só ele!) que nos traz o valor exato das coisas simples. E você não precisa necessariamente amar uma pessoa. O amor é democrático. Você pode – e deve – amar a si mesmo e ao mesmo tempo amar alguém (essa, sim, é a melhor combinação!). E também amar a vida. Amar um projeto. Um trabalho. Um sonho. Ou – porque não? – simplesmente amar o amor. Se todo amor vale a pena? Eu acredito que sim. O mundo não está  triste só por causa das  guerras, do superaquecimento global e do tal “salve-se quem puder” As pessoas se escondem  atrás das tecnologias e de um falso liberalismo pra camuflar seus medos. Para enganar seus desejos. Ah, me desculpem, mas no fundo todo mundo quer mais é se apaixonar! Mentira minha? Duvido. Todo mundo quer amar, todo mundo quer encontrar alguém especial, todo mundo quer se livrar do medo que nos impede de andar de mãos dadas. É certo que há quem prefira o morno, os relacionamentos superficiais, as noites vazias. (Relacionamentos trazem tantos problemas e alegrias quanto estar só, isso é uma verdade). Mas tenho a impressão de que todos nós temos um leve romantismo escondido, um desejo real pelo amor, uma necessidade de amar e ser amado sem a qual a vida não teria graça. (E não haveria tantos poetas, tantas canções bonitas e tanta insônia por aí). Escrevi, uma vez, uma letra onde canta a seguinte frase: “Será que amar é mesmo tudo”? Na época eu não saberia responder. Mas, hoje, cheguei a uma breve conclusão: não, amar não é tudo. É quase tudo. Amar é o começo. O primeiro parágrafo. A primeira nota. É o que canta (e encanta). Amar é que nos faz falar. É o que nos faz acordar. É o que nos faz dizer “Bom dia” com o sorriso mais livre do mundo. Se eu estou amando? É, devo admitir. Depois de vários romances sem fim, me apaixonei por mim mesma. E, como presente,  ganhei um novo amor que é fruto de todos os grandes amores que tive. Sorte minha? Talvez. Mas amor não é apenas sorte. Não pensem também que amor é a solução pra todos os nossos problemas. Não. Amor não é solução. Amor é prêmio. Recompensa feliz para quem – afinal de contas – conseguiu manter-se fiel a si mesmo. Por isso, escrevo esse texto. Em uma época em que os desejos duram o tempo de uma estação, acho o AMOR o exercício mais radical que podemos fazer.

(O coração agradece!)

Quer saber quem escreveu esse texto?

blogfernanda4Fernanda Mello é uma escritora e compositora mineira, que ficou conhecida por causa do seu blog Coração na Boca e por suas inúmeras letras para bandas como Jota Quest, Tianastácia, Wanessa Camargo, Kadu Vianna, Bruna Garcia, entre outros. Ao todo, são mais de 30 músicas gravadas. Em 2009, lançou seu primeiro livro de crônicas, Princesa de Rua e, atualmente, Fernanda trabalha como jornalista e revisora e também em seus novos livros que pretende lançar em breve. 

Blogs da Fernanda ->  Blog 1 + Blog 2 

                                   Xoxo,

                                                     Nanda!

Le texte des Autres : Homens bananas X Homens de Verdade

13 Ago

               

Meninas, o negócio é o seguinte. Homem que é homem tem que ter coragem. Coragem pra ser homem. Coragem pra assumir seus defeitos. Coragem pra mostrar suas fragilidades. Coragem até pra terminar um namoro. Ah, me poupem! É muita covardia pra minha cabeça! Você olha e lá estão eles: governando empresas, liderando revoluções, resolvendo questões impossíveis, escalando montanhas, desafiando a ciência e a tecnologia… Mas é só o relacionamento esfriar, a dúvida aparecer e… cadê? Eles viram covardes. Se retraem. Somem. Camuflam o medo com frieza e indiferença. (Qual é o sexo frágil mesmo?).
Rapazes, ouçam bem! Preferimos mil vezes que vocês digam (sem muitos rodeios) que estão cansados. Que não nos querem mais. A cair no clichê mais manjado do mundo: o do homem distante. (Existe coisa mais angustiante que isso?). É um tal de não dar notícia. Desmarcar encontros. Inventar desculpas. Dizer que não tem dinheiro… E insistir que aquela velha “amiga” é apenas uma “amiga”. Quando vejo uma situação dessas, penso logo de cara: eles estão subestimando a nossa inteligência?

Agora descobri que não. Eles estão apenas escondendo o medo absurdo que eles têm da gente. Medo da nossa reação. Medo da gente chorar. Rodar a baiana. E afogar o poodle da mãe deles na panela de água fervente.

Eu, por exemplo, nunca afoguei o poodle de ninguém. E aceito passivamente quando um cara termina comigo. Mas se um sujeito começa a fazer hora pra eu perceber suas intenções de fuga… Ai, meu bem, já era… Viro uma onça. (E das bravas).
Gosto de palavras na cara. De frases que doem. De verdades ditas (benditas!). Sou prática em determinadas questões: ou você quer ou não. Acho um stress ficar pensando que, se o cara está distante, é por minha causa. Ou por causa do trabalho. Da família. O que for… Então, não me peçam para ler sinais. (Estou cansada disso!). Me escrevam um bilhete num post-it, eu prefiro. É muito melhor do que ficar no vácuo.
Nós – mulheres românticas e sonhadoras – também sabemos ser objetivas. Não gostamos de perder tempo. Nem queremos queimar nossos neurônios tentando adivinhar o que – na verdade – esses belos moços querem. Francamente, rapazes! Foram VOCÊS que nasceram com culhões. Não é possível que se tornem assim… tão bananas…
Eu sei, eu sei. Estou pegando pesado hoje. Homens têm dificuldade em lidar com as emoções. Com nossa instabilidade emocional. E mesmo assim, continuam sendo fofos (quando querem). E insubstituíveis (quando queremos).
Então, pelo amor que eu tenho a vocês, eu lhes peço (meninos!): SEJAM HOMENS DE VERDADE.

Porque nós somos apenas mulheres. E precisamos de vocês.

Quer saber quem escreveu esse texto ?

 Fernanda Mello redatora publicitária, cronista, blogueira, e compositora de grandes sucessos musicais de artistas como, por exemplo, Jota Quest, Tianastácia, Wanessa Camargo e Felipe Dylon. A escritora, há alguns anos, namorou com Rogério Flausino, vocalista do Jota Quest, e hoje são apenas amigos, mas o espaço conquistado por ela é de um caminho próprio. Grandes sucessos do grupo mineiro de pop rock, como “O que eu também não entendo”, “Mais uma vez” e “Só hoje”, são de autoria de Fernanda.

Confiram o blog dela que está cheio de textos maravilhosos ->  http://fernandacmello.blogspot.com/

                                                                                       Xoxo,

                                                                                                Nanda!

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