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Le texte des autres: Amor – 4 séries de 8

17 Abr

Não adianta. Mudam-se as cores do inverno, os sorrisos, as páginas das revistas, as dez mais bonitas. Mudam-se as tecnologias, as manchetes, o preço do pão, o jeito como você corta o cabelo. Mudam-se os sonhos, o clima lá fora, o tom do batom, a decoração, o que você espera de si mesma. Tudo muda o tempo todo. Mas uma coisa não muda. Não sai de moda. Não fica velho, nem ultrapassado. Quer saber? Acho amar a coisa mais eterna que existe. Não há nada mais moderno. Mais transgressor. Mais ousado – e mais antigo – que isso. Num tempo onde as pessoas mal têm tempo, amar virou coisa de gente corajosa. Porque é preciso muito peito (e muito jogo de cintura) para seguir o que temos de mais criativo: o coração. É o amor que nos faz ver o mundo de um jeito mais belo. E é o amor (e só ele!) que nos traz o valor exato das coisas simples. E você não precisa necessariamente amar uma pessoa. O amor é democrático. Você pode – e deve – amar a si mesmo e ao mesmo tempo amar alguém (essa, sim, é a melhor combinação!). E também amar a vida. Amar um projeto. Um trabalho. Um sonho. Ou – porque não? – simplesmente amar o amor. Se todo amor vale a pena? Eu acredito que sim. O mundo não está  triste só por causa das  guerras, do superaquecimento global e do tal “salve-se quem puder” As pessoas se escondem  atrás das tecnologias e de um falso liberalismo pra camuflar seus medos. Para enganar seus desejos. Ah, me desculpem, mas no fundo todo mundo quer mais é se apaixonar! Mentira minha? Duvido. Todo mundo quer amar, todo mundo quer encontrar alguém especial, todo mundo quer se livrar do medo que nos impede de andar de mãos dadas. É certo que há quem prefira o morno, os relacionamentos superficiais, as noites vazias. (Relacionamentos trazem tantos problemas e alegrias quanto estar só, isso é uma verdade). Mas tenho a impressão de que todos nós temos um leve romantismo escondido, um desejo real pelo amor, uma necessidade de amar e ser amado sem a qual a vida não teria graça. (E não haveria tantos poetas, tantas canções bonitas e tanta insônia por aí). Escrevi, uma vez, uma letra onde canta a seguinte frase: “Será que amar é mesmo tudo”? Na época eu não saberia responder. Mas, hoje, cheguei a uma breve conclusão: não, amar não é tudo. É quase tudo. Amar é o começo. O primeiro parágrafo. A primeira nota. É o que canta (e encanta). Amar é que nos faz falar. É o que nos faz acordar. É o que nos faz dizer “Bom dia” com o sorriso mais livre do mundo. Se eu estou amando? É, devo admitir. Depois de vários romances sem fim, me apaixonei por mim mesma. E, como presente,  ganhei um novo amor que é fruto de todos os grandes amores que tive. Sorte minha? Talvez. Mas amor não é apenas sorte. Não pensem também que amor é a solução pra todos os nossos problemas. Não. Amor não é solução. Amor é prêmio. Recompensa feliz para quem – afinal de contas – conseguiu manter-se fiel a si mesmo. Por isso, escrevo esse texto. Em uma época em que os desejos duram o tempo de uma estação, acho o AMOR o exercício mais radical que podemos fazer.

(O coração agradece!)

Quer saber quem escreveu esse texto?

blogfernanda4Fernanda Mello é uma escritora e compositora mineira, que ficou conhecida por causa do seu blog Coração na Boca e por suas inúmeras letras para bandas como Jota Quest, Tianastácia, Wanessa Camargo, Kadu Vianna, Bruna Garcia, entre outros. Ao todo, são mais de 30 músicas gravadas. Em 2009, lançou seu primeiro livro de crônicas, Princesa de Rua e, atualmente, Fernanda trabalha como jornalista e revisora e também em seus novos livros que pretende lançar em breve. 

Blogs da Fernanda ->  Blog 1 + Blog 2 

                                   Xoxo,

                                                     Nanda!

Tá solteiro ?Aproveite agora agora para se dar ainda melhor depois !

21 Ago

Você já deve ter ouvido aquela metáfora do copo com água até a metade, que nos convida a refletir sobre o que enxergamos: meio copo cheio ou meio copo vazio? Bem, a ideia é averiguar se temos olhado as circunstâncias a partir do que está faltando ou a partir do que já existe. E pretendo seguir por esta linha, ao falar de estar ou não vivendo um relacionamento atualmente…

Considerando que foi estabelecido até o “Dia do Solteiro”, partimos do princípio de que há algo a ser comemorado por quem está só. Apenas por esta razão, já temos um ângulo positivo sob o qual a questão pode ser vista. Mas sabemos que o “buraco é bem mais embaixo”. Ou seja, embora algumas pessoas realmente saibam aproveitar a solteirice, outras, porém, sentem-se profundamente angustiadas ao se constatarem “solteiras”.

Em primeiro lugar, penso que, para quem deseja viver um grande amor, aprender a estar solteiro e feliz de verdade é fundamental! Algo mais ou menos como saber apreciar uma música justamente por conhecer o silêncio. Ou conseguir sentir o calor do sol sobretudo por já ter sentido a ausência dele. Enfim, o que quero dizer é que não dá para aprender a se entregar e a valorizar um relacionamento feito gente grande se você não sabe vivenciar a sua solteirice. São dois lados da mesma moeda! Questões inseparáveis.

E um lado jamais será completamente bom (incluindo todas as particularidades de uma relação), se o outro não tiver sido vivido de forma intensa, inteira e profunda. Estar solteiro é um convite ao deleite de conhecer, seja a si mesmo ou ao outro, o novo, o diferente, as até então inexistentes possibilidades. Estar solteiro é vivenciar um tempo de recriar, recomeçar, renovar, renascer.

Entretanto, infelizmente, muitas pessoas só conseguem enxergar o que lhes falta sem se darem conta de que a falta é delas mesmas, do que poderiam ser e se tornar enquanto singulares para que, quando pares, soubessem que não vale a pena tantas implicações sem razão, tantas picuinhas que não levam a nada e só destroem momentos que poderiam ser imperdíveis.

A solteirice é uma lição imprescindível. É como o intervalo entre um filme e outro para a pipoca e o xixi. E não há nada mais gostoso e confortável que satisfazer essas pequenas necessidades ou desejos. O problema é que muita gente só consegue reclamar e se lamentar e se vitimizar, haja o que houver, e sem sequer notar. Quando está se relacionamento, briga, fica impaciente, bota seus bichos pra fora e acha que o outro tem de suportar tudo como prova de que o ama de qualquer jeito. E quando está solteiro, sente-se o último dos solitários, abandonado, procurando o que tem de errado consigo, dia e noite.

Enfim, uma completa perda de tempo. Um total desperdício de vida, prazeres, alegrias e realizações. Sem conseguir apreciar um lado da moeda, simplesmente desvaloriza o outro lado. Sem jamais se permitir um namoro consigo mesmo – que nada mais é do que a solteirice – não consegue se permitir o verdadeiro namoro com o outro.

Minha sugestão é para que você, ao estar solteiro, consiga vivenciar de fato a melhor das realidades: estar naquele momento em que se namora a vida certo de que o melhor está por vir. Mas lembre-se de que isso não significa que a felicidade está para chegar. Ela já está. Estar solteiro ou estar comprometido, repito, são duas vias de um mesmo caminho. E se cada passo, seja por uma via ou por outra, não for dado com a certeza de que ambos reservam alegrias e tristezas, você nunca conseguirá sentir essa felicidade, simplesmente porque vai passar a vida esperando pelo que poderia ser, mas não é!

P.S.: Esse artigo foi escrito pela Dra. Rosana Braga, que é consultora de relacionamento e comunicação, palestrante, jornalista e Autora do livro Faça o amor valer a pena, entre outros.

               Xoxo,

                                                                                       Nanda!

Meu melhor amigo

16 Ago

Foi no jardim de infância que Dorinha conheceu Rodolfo. Fizeram o primeiro e o segundo graus na mesma escola e prestaram juntos vestibular para Medicina. Ela se especializou em Pediatria e ele, em Cardiologia. Durante todos esses anos de amizade apresentavam-se assim: “Essa é a Dorinha, minha melhor amiga, minha irmã”, ou então “Esse é Rodolfo, meu amigo de infância, meu segundo irmão”. Um foi padrinho de casamento do outro quando se casaram. Um foi ombro e colo do outro quando se separaram. Conheciam-se profundamente e bastava um olhar, um tom de voz diferente para um saber o que o outro estava sentindo. Dividiam segredos, anseios e preocupações na vida íntima e profissional. Diversas vezes Dorinha apresentou amigas para Rodolfo, achando que poderiam ser candidatas a ganhar seu coração. Rodolfo fazia o mesmo.

Os anos foram passando, os dois casaram de novo, descasaram, tiveram filhos, namoraram. Até que chegou o aniversário de 40 anos de Dorinha, e ela resolveu dar uma megafesta para todos os amigos na fazenda dos avós, onde tinha passado tantas férias. Só Rodolfo, inacreditavelmente, não estaria presente. Estava havia alguns meses em Boston, fazendo um curso de especialização, e só voltaria ao Brasil depois de um ano.

A festa foi um sucesso. Dorinha, totalmente solteira, se acabava na pista, feliz de estar fazendo 40 e ainda se sentir tão jovem, tão disponível. De repente, uma mão tapou seus olhos e ela ouviu: “Adivinha quem é?”

Quando abriu os olhos, não acreditou: seu amigo de fé, seu irmão camarada estava ali! Tinha vindo passar o fim de semana no Brasil só para estar presente no aniversário dela. Não se sabe se foi o champanhe, a animação, as saudades ou um pouco de tudo isso, mas o fato é que pela primeira vez, Dorinha viu Rodolfo como um homem. E que homem! Era lindo, charmoso e tinha um sorriso igual àquele de quando era criança.

Sem pensar duas vezes, Dorinha tascou-lhe um beijo na boca. A festa parou. Até o DJ mudou o som: botou uma música lenta e suavizou a luz. Rodolfo levou dois segundos e meio para entender o que não tinha entendido a vida toda. Eles se amavam loucamente e nunca tinha se permitido sentir isso, por vergonha ou por medo de perder a coisa mais preciosa que um ser humano pode ter: amigos de verdade. Mas, aos 40, a vida vai ficando menor, e a sabedoria, maior.

Entendendo isso, os dois foram se beijando até a capela da fazenda onde tantas vezes haviam brincado de casamento. Usando lençóis da cama da avó  como véu e um pé de maria-sem-vergonha como buquê, entraram na igreja, exatamente como tinham feito tantas vezes na infância. Depois, se ajoelharam na frente da imagem de Nossa Senhora da Conceição e juraram amor eterno um ao outro. Não se tem notícia de uma cerimônia de casamento tão inesperada, emocionante e verdadeira. Os convidados, que a essa altura já enchiam a igreja, se emocionaram quando o DJ mixou a música eletrônica que animava a festa com Coro Nupcial da ópera Lohegrin, de Wagner. Sob uma salva de palmas, lágrimas e gritos de parabéns, consideraram-se casados e felizes para sempre.

P.S.: Texto escrito por Patrycia Travassos, retirado da revista Marie Claire.

                                                                                                Xoxo,

                                                                                                          Nanda! 

Saia, porta a fora do meu coração

4 Ago

Apesar de todos serem contra a nossa relação eu resolvi não dar ouvidos ao cérebro, e escutar meu coração, deixei me levar pela paixão e você só fez partir o meu coração. Me iludi para não acreditar no que estava acontecendo, nosso amor estava morrendo.

Eu só queria o seu amor, você só queria brincar.

Ultrapassei os meus limites, destruir meus valores, minha personalidade mudou, e o que você fez por mim ?

Eu percebi que não é necessário mudar totalmente por uma pessoa, pois quem te ama te aceita como você é. O amor é para os fortes, porque os fracos se deixam levar, são muitos obstáculos para superar.

Naquela tarde fria de inverno, que eu queria tanto o seu abraço, você só fez me magoar.

Cansei de sofrer, cansei de chorar, posso me fazer de forte, mas na escuridão as lágrimas insistem em rolar, sempre pelo mesmo motivo: Você.

Dizem que o só porque uma relação chega ao fim, não faz com que o inicio e o meio sejam ruins, mas no nosso caso a maior parte do tempo foi só decepção, quero esquecer essa relação.

Agora te imploro : Saia, por favor. Saia, meu amor.

                                                                           Xoxo,

                                                                                     Nanda&Gabi !

Le texte des autres : O contrário do amor

30 Jul

O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.

Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

Quer saber quem escreveu esse texto ?

  Martha Medeiros nascida em Porto Alegre, dia 20 de agosto de 1961 (49 anos)  é uma jornalista e escritora brasileira. Casou-se com o publicitário Luiz Telmo de Oliveira Ramos e tem duas filhas. Formou-se em 1982 na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre. Trabalhou em propaganda e publicidade, mas logo se sentiu frustrada com a carreira. Quando seu marido recebeu uma proposta de trabalho no Chile, decidiu que uma mudança de país seria uma ótima oportunidade para dar um tempo na profissão. Esta estada de nove meses no Chile, na qual passou escrevendo poesia, acabou sendo um divisor de águas na sua vida. Quando voltou para Porto Alegre, começou a escrevercrônicas para jornal e, a partir daí, sua carreira literária deslanchou.  Minhas crônica favorita dela é “Doidas e Santas”. Já leram outros textos, livros, poesias  da Martha ?

                                                                                           Xoxo,

                                                                                                     Nanda ! 

Você é a única exceção

25 Jul

Você com seu jeito de bad boy, mas que na verdade é muito melhor do que isso.

 Você que faz meu coração acelerar e minhas pernas ficarem bambas.

Você que com um olhar conseguiu destruir todas as barreiras que construir para ninguém chegar no meu coração.

Você que é tudo que pedi aos céus e um pouco mais. Você que com seu sorriso torto, me faz suspirar e sonhar a noite com você, acordada ou dormindo você é o meu delírio.

Você que quando passa faz meus olhos brilharem, a sua fala é como uma música no ar, me conquistou com o seu jeito de ser, você é tudo que eu sempre quis ter.

Você é o único que roubou meu coração e me fez entrar em uma profunda paixão.

É, você é a única exceção !

                                                                            Xoxo,

                                                                                         Nanda&Gabi !

Eu Te amo

22 Abr

                                    

“Eu amo você”

Três palavrinhas tão faceis de serem ouvidas, tão boas e tão dificeis de serem ditas ( pelo menos para mim é dificil).

Eu acho que ao dizer a uma pessoa” eu te amo” eu estaria ” dando meu coração a ele” e  ele vai se sentir o meu dono, pois sabe que o amo, e quando se mantêm em segredo o homem na maioria dos casos nos valoriza mais

porque tem medo de fazer algo errado e não ser perdoado porque não sabe o quanto a garota vai suportá-lo e quando ele não sabe que ela o ama o seu modo de pensar muda completamente.Claro, que nem todos são assim, uns são dignos de ouvirem essas três palavrinhas mágicas . Muitos meninos usam essas

palavras (“ eu te amo ”), para conquistar as meninas, mas na verdade sem sentir. Eu concordo com a frase de Bob Marley : “Nunca Desperte o Amor de uma Mulher sem ter a Intenção de Ama – lá”

Uma coisa que eu não gosto, é daquelas pessoas que te conhece em um dia e no outro já diz que te ama e talz.

Não acredito em amor a primeira vista também

(pode existir uma atração física ).

Ah um tempinho uma amiga minha (não vou citar o nome) estava sempre ouvindo de um garoto que amava ela, e ela diz que não acredita nele pelo

simples motivo de não se conhecerem nem há uma semana eles começaram a se falar e um dia e no outro ele já disse para ela:”eu te amo”. Como assim? Será que as pessoas amam mesmo assim tão rápido?

Amor não é olhar pra uma pessoa e pá, amar. Amor se constrói ao longo do tempo com carinho e companheirismo.

E agora eu lhe pergunto o que é amor pra você?

Pra mim, amor é o que eu sinto toda vez que eu vejo ou penso em você ! ( quem é sabe )<3

 

Xoxo,

           Nanda&Gabi !

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