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Lençol Sujo

21 Ago

Um casal, recém casados, mudou-se para um bairro muito tranquilo.

Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:

– Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!

Provavelmente está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

O marido observou calado.

Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:

– Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.

Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis brancos, alvissimamente brancos, sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:

– Veja ! Ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha ensinou !? Porque , não fui eu que a ensinei.

O marido calmamente respondeu:

– Não, é que hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!

E assim é…
Tudo depende da janela através da qual observamos os fatos.

Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações.

Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.

Só assim poderemos ter real noção do real valor de nossos amigos.

Lave sua vidraça.

Abra sua janela.

“Tire primeiro a trave do seu olho, e então verás claramente para tirar o cisco do olho do teu irmão” (Mateus 7:5)

P.S.: Eu não escrevi esse texto, na verdade eu não sei quem escreveu. Achei um papel com esse texto aqui em casa.

                                                                               Xoxo,

                                                                                         Nanda!

Meu melhor amigo

16 Ago

Foi no jardim de infância que Dorinha conheceu Rodolfo. Fizeram o primeiro e o segundo graus na mesma escola e prestaram juntos vestibular para Medicina. Ela se especializou em Pediatria e ele, em Cardiologia. Durante todos esses anos de amizade apresentavam-se assim: “Essa é a Dorinha, minha melhor amiga, minha irmã”, ou então “Esse é Rodolfo, meu amigo de infância, meu segundo irmão”. Um foi padrinho de casamento do outro quando se casaram. Um foi ombro e colo do outro quando se separaram. Conheciam-se profundamente e bastava um olhar, um tom de voz diferente para um saber o que o outro estava sentindo. Dividiam segredos, anseios e preocupações na vida íntima e profissional. Diversas vezes Dorinha apresentou amigas para Rodolfo, achando que poderiam ser candidatas a ganhar seu coração. Rodolfo fazia o mesmo.

Os anos foram passando, os dois casaram de novo, descasaram, tiveram filhos, namoraram. Até que chegou o aniversário de 40 anos de Dorinha, e ela resolveu dar uma megafesta para todos os amigos na fazenda dos avós, onde tinha passado tantas férias. Só Rodolfo, inacreditavelmente, não estaria presente. Estava havia alguns meses em Boston, fazendo um curso de especialização, e só voltaria ao Brasil depois de um ano.

A festa foi um sucesso. Dorinha, totalmente solteira, se acabava na pista, feliz de estar fazendo 40 e ainda se sentir tão jovem, tão disponível. De repente, uma mão tapou seus olhos e ela ouviu: “Adivinha quem é?”

Quando abriu os olhos, não acreditou: seu amigo de fé, seu irmão camarada estava ali! Tinha vindo passar o fim de semana no Brasil só para estar presente no aniversário dela. Não se sabe se foi o champanhe, a animação, as saudades ou um pouco de tudo isso, mas o fato é que pela primeira vez, Dorinha viu Rodolfo como um homem. E que homem! Era lindo, charmoso e tinha um sorriso igual àquele de quando era criança.

Sem pensar duas vezes, Dorinha tascou-lhe um beijo na boca. A festa parou. Até o DJ mudou o som: botou uma música lenta e suavizou a luz. Rodolfo levou dois segundos e meio para entender o que não tinha entendido a vida toda. Eles se amavam loucamente e nunca tinha se permitido sentir isso, por vergonha ou por medo de perder a coisa mais preciosa que um ser humano pode ter: amigos de verdade. Mas, aos 40, a vida vai ficando menor, e a sabedoria, maior.

Entendendo isso, os dois foram se beijando até a capela da fazenda onde tantas vezes haviam brincado de casamento. Usando lençóis da cama da avó  como véu e um pé de maria-sem-vergonha como buquê, entraram na igreja, exatamente como tinham feito tantas vezes na infância. Depois, se ajoelharam na frente da imagem de Nossa Senhora da Conceição e juraram amor eterno um ao outro. Não se tem notícia de uma cerimônia de casamento tão inesperada, emocionante e verdadeira. Os convidados, que a essa altura já enchiam a igreja, se emocionaram quando o DJ mixou a música eletrônica que animava a festa com Coro Nupcial da ópera Lohegrin, de Wagner. Sob uma salva de palmas, lágrimas e gritos de parabéns, consideraram-se casados e felizes para sempre.

P.S.: Texto escrito por Patrycia Travassos, retirado da revista Marie Claire.

                                                                                                Xoxo,

                                                                                                          Nanda! 

Conceitos : Como vai o seu ?

10 Ago

Dizem que canja de galinha não faz mal a ninguém. Desde nossos primeiros passos, ainda bebês, somos bombardeados com dezenas de avisos e conselhos que prudência manda seguir. É melhor levar o guarda-chuva. Carregue um agasalho. Não brinque com fogo. Não fale com estranhos. Olhe para os dois lados antes de atravessar a rua. Dirija devagar. Não beba demais. Evite andar sozinho à noite. Use camisinha. Não durma de cabelo molhado. Faça exercícios. Não coma doce antes do almoço.

Pense duas vezes antes de agir. Dizem também que, se conselho fosse bom, seria um negócio lucrativo. No turbilhão de palpites para a esquerda e para a direita, só quem conhece os próprios motivos não vira um homem que sempre é levado pela multidão.

É abusando do “porquê”? que a criança cresce e vai aprendendo a analisar os conselhos e escolher sozinho o caminho que deseja seguir. Ou aprende a viver de fórmulas, o que é bem mais fácil. O sistema capitalista adora as fórmulas, porque tudo que se vende pronto é mais lucrativo. Principalmente, porque quem vive de fórmulas não tem o hábito de questionar e a ausência de crítica é o trunfo maior alcançado pela indústria do consumo. E a propaganda vem travestida de conselhos, que mais parecem ordens. Previna-se da gripe, tome a vitamina x. Perca peso, use o aparelho y. Então é só comprar a vitamina e o aparelho que está tudo certo, saúde e boa forma garantida? Antes que o consumismo nos consuma, ainda há tempo de preferirmos conhecer de onde vêm os conselhos, a fim de decidir o que nos convém fazer ou não.

Como bom consumidor, não deixe de duvidar do valor das coisas. Questione as fórmulas, procure saber se elas se aplicam a você. Procure as respostas às perguntas : “por que me exercitar?”, “porque me cuidar na juventude?”, “porque mudar minha alimentação?”

P.S.: O texto acima não é de minha autoria, e eu não sei quem escreveu só sei que veio na minha atividade de educação física.


                                                                               Xoxo,

                                                                                          Nanda!

Saia, porta a fora do meu coração

4 Ago

Apesar de todos serem contra a nossa relação eu resolvi não dar ouvidos ao cérebro, e escutar meu coração, deixei me levar pela paixão e você só fez partir o meu coração. Me iludi para não acreditar no que estava acontecendo, nosso amor estava morrendo.

Eu só queria o seu amor, você só queria brincar.

Ultrapassei os meus limites, destruir meus valores, minha personalidade mudou, e o que você fez por mim ?

Eu percebi que não é necessário mudar totalmente por uma pessoa, pois quem te ama te aceita como você é. O amor é para os fortes, porque os fracos se deixam levar, são muitos obstáculos para superar.

Naquela tarde fria de inverno, que eu queria tanto o seu abraço, você só fez me magoar.

Cansei de sofrer, cansei de chorar, posso me fazer de forte, mas na escuridão as lágrimas insistem em rolar, sempre pelo mesmo motivo: Você.

Dizem que o só porque uma relação chega ao fim, não faz com que o inicio e o meio sejam ruins, mas no nosso caso a maior parte do tempo foi só decepção, quero esquecer essa relação.

Agora te imploro : Saia, por favor. Saia, meu amor.

                                                                           Xoxo,

                                                                                     Nanda&Gabi !

Você é a única exceção

25 Jul

Você com seu jeito de bad boy, mas que na verdade é muito melhor do que isso.

 Você que faz meu coração acelerar e minhas pernas ficarem bambas.

Você que com um olhar conseguiu destruir todas as barreiras que construir para ninguém chegar no meu coração.

Você que é tudo que pedi aos céus e um pouco mais. Você que com seu sorriso torto, me faz suspirar e sonhar a noite com você, acordada ou dormindo você é o meu delírio.

Você que quando passa faz meus olhos brilharem, a sua fala é como uma música no ar, me conquistou com o seu jeito de ser, você é tudo que eu sempre quis ter.

Você é o único que roubou meu coração e me fez entrar em uma profunda paixão.

É, você é a única exceção !

                                                                            Xoxo,

                                                                                         Nanda&Gabi !

Paixão

20 Jul

A paixão faz a pessoa parar de comer, dormir, trabalhar, estar em paz. Muita gente fica assustada porque, quando aparece, derruba todas as coisas velhas que encontra.

Ninguém quer desorganizar seu mundo. Por isso, muita gente consegue controlar esta ameaça, e são capazes de manter de pé uma casa ou uma estrutura que já está podre. São os engenheiros das coisas superadas.

Outras pessoas pensam exatamente o contrário : entregam-se sem pensar, esperando encontrar na paixão a solução para todos os seus problemas. Colocam na outra pessoa toda a responsabilidade pela sua felicidade, e toda culpa por sua possível infelicidade. Estão sempre eufóricas porque algo de maravilhoso aconteceu, ou deprimidas porque algo que não esperavam terminou destruindo tudo.

Afastar-se da paixão, ou entregar-se cegamente a ela – qual destas duas atitudes é a menos destruidora ?

Não sei.

P.S.: Esse foi um trecho de um livro do Paulo Coelho que se chama Onze Minutos, super recomendo o livro.

Mas iai, entregar-se a paixão ou se afastar dela ? Quero respostas !

                                                                         Xoxo,

                                                                                     Nanda !

Diferenças pessoais

14 Jul

Diferenças pessoais são características que permitem que, mesmo nesse mundo que possui bilhões de pessoas cada um seja único. Além da diferença física, a forma de pensar e sentir pode não ser igual a sua.

 As vezes é muito difícil aceitar e/ou ser aceito, pelo fato de alguém ser fora do padrão que a sociedade impõe. Cada ser humano é diverso do outro, com suas manias, talentos, peculiaridades, habilidades, defeitos e muito mais, esses atributos é o que os tornam “inéditos” no universo.

Como todo ser é distinto do outro, é muito bom o trabalho coletivo, pois assim pode-se aprender com o próximo. Imagine como é maravilhosa a ideia de estar convivendo com uma pessoa com uma história de vida que só ela experimentou, o ponto de vista diferente do seu, a visão de tudo, de uma maneira singular.

Para conseguir aceitar o outro como ele é, primeiro é necessário aceitar a si mesmo e aprender, que o respeito ao próximo (e a si mesmo) vem em primeiro lugar. Só assim é que o convívio entre as pessoas será possível, respeitando as diversidades de cada um.

P.S.: Esse texto eu fiz pra a aula de redação.

Gostaram? Quero opiniões, ok ?

                                                                                  Xoxo,

                                                                                              Nanda!

02/07/2008 – Adeus

2 Jul

Não, aquele dia não foi nada fácil, na verdade foi o mais dificil que vivi em meus 14 anos de vida.

Há três anos atrás, um dia que tinha tudo para ser normal, feliz deu errado.

Por volta das 20:30h uma tragédia aconteceu, eu vi a pessoa que depois dos meus pais eu mais amava, cair no chão e morrer.

Naquele momento, meu mundo desabou, minha avó (vovó), tinha partido para sempre. Logo ela, que cuidou de mim quando eu era pequena e meus pais trabalhavam o dia todo, eu tinha uma babá, mas ficava grudada com a minha avó.

Quem pentearia meus cabelos agora?

Me lembro de quando eu tive pneumonia aos nove anos, conseguia ver a aflição estampada no teu rosto.

Seu rosto tão belo que se foi, agora só me resta as fotografias e as lembranças guardadas em um espaço especial no meu coração.

Por mais que eu saiba que a senhora está em um lugar melhor, é muito dificil evitar a saudade que traz junto com ela as lágrimas.

Na verdade, muitas acham que eu nem me lembro de ti, mas sinceramente, você está e sempre estará guardada no meu coração.

Esse texto fiz pra ti vó, com toda minha emoção !

                                                                          Xoxo,

                                                                                     Nanda !  

Desilusão

30 Jun

                                 

Todos os planos que fizemos, todos os sonhos que vivemos, como você pode deixar tudo isso pra lá ?

E as juras de amor que você fez ?

E as promessas que você fez, dizendo que o que tinhamos nunca iria acabar ?

Você pode nunca ler isso, mas sabe, agora eu consigo ver, que eram apenas palavras vazias, promessas feitas da boca para fora, pura ilusão, tudo que você fez foi machucar meu coração !

Agora estou em um processo de desilusão !

                                                                        Xoxo,

                                                                                  Nanda ! 

O buquê – Parte I

19 Jun

Então eu resolvi postar uma história que contém no livro Formaturas Infernais ( que eu super recomendo ), a história que eu resolvi postar foi  O Buquê que foi a que eu mais goste, cada dia vou colocar uma parte aqui.

Formaturas Infernais ao todo contém cinco histórias, abaixo deixarei a segunda que é o buquê.

 

                                                          O buquê – Lauren Myracle

Lá fora, o vento chicoteava a casa de Madame Zanzibar, fazendo com que a calha batesse contra a parede.O céu estava escuro, apesar de ainda serem 16h. Dentro da sala decorada de forma extravagante, três abajures brilhavam densamente, cada um envolto por cachecóis perolados. Um tom de rubi iluminava o rosto redondo de Yun Sun, enquanto a luz sarapintada de roxo e azul conferia a Will um ar de morte recente.

  – Está parecendo que você acabou de sair do caixão – disse eu para ele.

 – Frankie – me repreendeu Yun Sun. Ela inclinou a cabeça na direção da porta fechada do escritório da Madame Z, indicando que não queria que o meu comentário fosse ouvido. Um macaco vermelho de plástico estava pendurado na maçaneta, o que significava que Madame Z estava com clientes. Nós éramos os próximos.

Will deixou que seu olhar se perdesse no vazio.

 – Eu sou um alienígena  – disse ele, gemendo. Ele esticou os braços na nossa direção.  – Quero seus corações e fígados.

  – Ai, não! Um alienígena tomou o corpo do nosso querido Will!  – Apertei o braço de Yun Sun. –  Rápid, dê o coração e o fígado para que ele deixe o Will em paz!

Yun Sun puxou o braço.

 – Isso não tem graça nenhuma  –  disse ela com um tom de voz melodioso e ameaçador.  – E se vocês não me obedecerem, eu vou embora.

 –  Deixe de ser tão certinha  – respondi.

 –  Eu e minhas coxas gigantescas vamos nos retirar. Não duvide.

Yun Sun acha que as suas pernas estão muito gordas, só porque o vestido superjusto que ela escolheu para a formatura precisou ser um pouco afroxado. Pelo menos ela tinha um vestido de formatura. E uma grande chance de usá-lo.

 – Blábláblá –  eu disse de volta. O mau humor dela estava colocando o nosso plano, o único motivo para estarmos ali, em risco. A noite da formatura estava cada vez mais perto, e eu não ia ficar que nem uma infeliz sentada sozinha em casa enquanto todos estariam cheios de brilho dançando alegremente com seus saltos altos espetaculares. Eu me recusava a passar por isso, ainda mais porque eu sabia lá no fundo do coração que Will ia me chamar. Ele só precisava de um empurrão.

Abaixei o tom da voz para falar com Yun Sun e sorri para Will como se dissesse lá lá lá, conversa entre meninas, nada importante!

 – Nós duas tivemos essa ideia, Yun Sun? Lembra ?

 –  Não, Frankie, a ideia foi sua –  disse ela sem abaixar a voz.  –  Eu já tenho par, mesmo que as minhas coxas o esmaguem. Você é quem está esperando por um milagre.

 –  Yun Sun ! –  Olhei para o Will. Ele estava encabulado. Menina má, abrindo o jogo dessa forma. Má, má, e muito malcriada.

 – Ai! –  gritou ela depois de receber o meu tapa.

 –  Eu estou muito chateada com você – eu disse.

 –  Chega de timidez. Você realmente quer que ele chame você, não quer ?

 – Ai!

 – Hum, meninas –  disse Will. Ele estava fazendo aquela coisa fofa que faz quando fica nervoso. O seu pomo de Adão balança para cima e para baixo rapidamente. Na verdade… essa imagem era meio desagradável, pois ela me fazia pensar em Adão no Paraíso com Eva, e isso me lembrava maçãs, abocanhar maçãs…

Enfim, Will tinha mesmo um pomo de Adão, e quando ele movia a garganta para cima e para baixo era muito fofo. Ele ficava vulnerável.

 – Ela bateu em mim – delatou Yun Sun.

 – Ela mereceu – eu retruquei. Eu não queria, porém, que essa conversa continuasse. Aquela frase já havia revelado o suficiente. Achei melhor fazer carinho na perna nada gorda de Yun Sun e disse :

 – Mas eu perdoo você. Agora cale a boca.

O que Yun Sun não entendi – ou, provavelmente, o que ela entendia mas não compreendia  –  era que nem todas as coisas precisavam ser ditas em voz alta. Sim, eu queria que Will me chamasse para o baile de formatura, e eu queria que ele fizesse isso logo, porque  “A primavera dos apaixonados” ia acontecer em duas semanas.

Tudo bem, o nome do baile era brega, mas a primavera era para os apaixonados. Isso era uma verdade inquestionável. Assim como era inquestionável que Will era o meu amor eterno e que seria bom se ele conseguisse superar a timidez e tomar uma droga de atitude. Chega de tapinhas no ombro, risadinhas e guerras de cosquinhas! Chega de ficar se agarrando e tremendo, colocando a culpa nos filmes de terror que assistimos, com Vampiros das almas e O iluminado. Será que Will não via que éramos feitos um para o outro ?

 

Final da Parte I

Mais tarde eu coloco a parte II por que a história é meio grande e talvez eu divida em XX  partes, espero que gostem ! Vocês já leram a história antes ? 

 

 

                                                                                                              Xoxo,

                                                                                                                             Nanda !

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